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domingo, 11 de janeiro de 2015
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Gonçalo Moleiro, poeta do casario
FERNANDO MORAIS GOMES
Gonçalo Moleiro, arquitecto, artista plástico e também contribuidor do Sintra Deambulada tem presentemente uma exposição de trabalhos seus no Teatro Taborda, à Costa do Castelo. Possuidor dum traço firme e apaixonado, nele se detectam visões deliciosas de Lisboa e Sintra desconstruídas, a Cidade a pedir renascimento, tudo baralhando para tudo de novo renascer, poeticamente desordenado, e contudo, identificável e com tal registo confiável.
Sem pretensões, ali podemos descansar a vista na Cidade em Construção, reconhecível e apetecível, convidando a entrar e deleitar. Um conjunto notável de trabalhos que auspiciam outros futuros que aguardaremos com ansiedade. No casario.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Exposição no Teatro da Garagem
Dia 9 de Novembro inaugurou, no Teatro da Garagem, a minha exposição de desenho RETRATOS DA NÃO-CIDADE.
As paisagens apresentadas constituem, aqui, a materialização do imaginário construído com base numa realidade onde Lisboa e Sintra assumem enorme importância.
Viajamos por diferentes escalas. O percurso propõe que a cidade, observada de diferentes perspectivas, se vá transformando em edifícios, ruas e interiores até incidir sobre a vida de quem a habita.
Entre as obras, uma janela aberta para Lisboa.
As paisagens apresentadas constituem, aqui, a materialização do imaginário construído com base numa realidade onde Lisboa e Sintra assumem enorme importância.
Viajamos por diferentes escalas. O percurso propõe que a cidade, observada de diferentes perspectivas, se vá transformando em edifícios, ruas e interiores até incidir sobre a vida de quem a habita.
Entre as obras, uma janela aberta para Lisboa.
A inauguração trouxe muitos espectadores e, essencialmente, muitos olhares sobre os desenhos. Espero poder contar com o vosso.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A litografia de Filipe Costa
FILIPE COSTA
Num dos
promontórios da Serra de Sintra, implantado sobre enormes
rochas, levanta-se o Palácio Nacional da Pena (séc.
XIX), mandado edificar por D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha,
marido da rainha D. Maria II.
Este invulgar
palácio, que mistura diversos estilos, foi construído
sobre as ruínas de um velho convento abandonado e
constitui um conjunto arquitectónico impressionante.
A litografia
apresenta-o no rosa velho do primitivo convento e no
amarelo do chamado palácio novo.
Especial
destaque para o famoso Pórtico do Tritão, sob o qual passa
o túnel de acesso, significativo e espectacular
trabalha envolvendo destacada janela.
texto: António Augusto Sales
domingo, 3 de novembro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Caminhando mortos, nunca!- O cartoon de Cardosálio
CARDOSÁLIO
Os
cartoons têm sido uma parte de mim nos (quase) últimos dois anos.
Publico-os na Web e, embora não seguindo um tema específico, grande
parte deles reflectem muito do que por hoje passamos, política e
socialmente. Muitas das vezes, preferia não os fazer: seria um sinal de
que viveríamos melhores tempos… mas rir ou sorrir podem ser ferramentas
para contrariarmos o que deve ser contrariado. Amorfos ou "mortos", isso
nunca.
Cardosálio é o meu pseudónimo para os cartoons. É assim
que os assino mas, a minha participação neste blogue, resulta sobretudo
desse amor a Sintra que vem desde os tempos de menino.
Na
adolescência estive ligado a uma associação juvenil sintrense que
organizou exposições de arte, concertos, encontros de direitos humanos e
mais umas quantas "tropelias". Gosto de acreditar que esse espírito de
rebeldia não me desacompanhou. Talvez alguma irreverência dos meus
bonecos advenha daí.
Em jeito de resumo biográfico, resta-me dizer
que nasci em 1967, tenho uma licenciatura em história da arte e um
mestrado em novos media e Web. Aliás, a minha vida profissional tem sido
pautada nestas áreas, com projectos e publicações várias, onde Sintra
tem sido um denominador comum.
Por hoje, deixo-vos um primeiro cartoon, feito exclusivamente para o blogue.
Luís Cardoso
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A arte de Filipe Costa
Filipe Costa, nasceu no Penedo,
Aldeia do Espírito Santo, alcandorada na Serra de Sintra. Cursou o Ensino
Técnico tendo sido incentivado pelos seus Mestres Professores Martins Correia,
Frederico George,Calvet de Magalhães –entre outros- a dedicar-se paralelamente
ao desenho técnico e ao artístico.Bem cedo iniciou a sua actividade
profissional como designer, tendo
sido “art director” na prestigiada
agência de publicidade“Serviço de Publicidade Suíço-Português” com algumas das suas
criações distinguida. Extinta aquela agência, criou o
seu próprio ateliê de design gráfico, onde por largos anos, exerceu a sua
actividade. Desde os tempos do desenho manual e com várias técnicas, até à
actualidade, utilizando novas vertentes tecnológica entretanto adquiridas
proporcionaram-lhe, dedicar-se à ilustração vectorial assistida por computador,
dos mais emblemáticos monumentos, edifícios característicos e paisagens da
Região de Sintra.
Exposições Colectivas
(seleccionadas):1968. 1ª Bienal Luso-Espanhola de Publicitários, Sociedade
Nacional de Belas Artes, Lisboa; 1993. Exposição Homenagem a Natália Correia, Teatro Maria Matos, Lisboa, Biblioteca Municipal de Beja, Beja; 1994.
Exposição Homenagem a Natália Correia, Cine-Teatro José Lúcio da Silva, Leiria Exposição
Homenagem a Natália Correia, Ponta
Delgada, Região Autónoma dos Açores; 2010. Exposição Retrospectiva da sua
Actividade, na Galeria Municipal de Sintra. Abaixo, um dos seus trabalhos, duma série de doze que iremos apresentando regularmente neste espaço
PALÁCIO NACIONAL DE SINTRA
No centro da Vila Velha ergue-se
a mole majestosa do palácio na sua diversidade arquitectónica que distingue
três períodos: Joanino, Manuelino e Pombalino. Os vários corpos do Palácio
Nacional de Sintra, donde se destacam as duas altíssimas e emblemáticas
chaminés cónicas, encantam quem os visita. São muitas as salas magníficas que
transmitem a ideia do fausto e da grandeza de um reino, mas também das
tragédias que envolveram homens que nele reinaram.
O Paço da Vila de Sintra é hoje
um palácio onde podemos recriar a vista e a imaginação.
O desenho denota a preciosidade
do conjunto mas também do pormenor e a qualidade artística que não deixa de
trazer a um primeiro plano destacado a formosa Fonte Renascença situada no
patamar das escadas do pórtico principal.
Texto de António Augusto Salles
terça-feira, 20 de agosto de 2013
O cartoon de João Vasco Castro
JOÃO VASCO CASTRO
Outros cartoons em
Marco Almeida-o estranho independente, é o título do cartoon em que João Vasco Castro nos dá a sua visão pessoal do momento eleitoral em Sintra. João Vasco Castro, arquitecto
e artista plástico, tem vindo a ter intervenção no movimento cultural associativo,
nomeadamente na associação Três Pontos, de Fontanelas,
Sintra.
Outros cartoons em
quarta-feira, 24 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
O traço de Gonçalo Nuno Neves
Natural da Área Protegida Sintra-Cascais, conta já 36 voltas ao Sol na
viagem pelo tempo. Tem licença para Antropologia e especializações em
Informações e Segurança e em Estratégia. Ensina Geografia (Espaço), História (Tempo),
Filosofia (Causa) e Português. Tem várias paixões: amador e sempre estudante de
Xadrez, um observador do Reino dos Fungos, observador e fotógrafo, analista
fenomenológico e músico. Exterioriza emoções no virtuosismo da sua Flauta
Transversal e na racionalidade da sua Guitarra Clássica. Sem réguas, esquadros
ou compassos, desenha o que a mão lhe deixar. É escritor por inspiração e iniciou
a escrita no secundário e encontrou o amor pela escrita, dedicando-se ao
Surrealismo Épico. Tendo escrito três livros, dos quais um editado, intitulado
“A Aventura Simbólica, Vol. I”. Fora
isto e tudo o resto, gosta de explorar florestas e penedos e faz colecção de
botões.Abaixo, três trabalhos de sua autoria
![]() |
| A INDECISÃO TOMADA |
![]() |
| MULHER PROIBIDA |
![]() |
| IMAGEM |
sábado, 8 de junho de 2013
Os dias da cólera na Turquia, por José Smith Vargas
José Smith Vargas,
ilustrador e autor de banda desenhada, colaborador da Associação Terapêutica
do Ruído, da Caminho Sentido (que edita o jornal digital Selene-Culturas de Sintra) e da Alagamares, entre outros projectos artísticos, participou num colectivo
de 13 ilustradores portugueses que quis chamar a atenção para o que se está a passar na Turquia
por estes dias. Aquilo que começou por
ser um protesto pacífico contra os planos de remodelação do Parque Gezi transformou-se num protesto diário contra o Governo de
Recep Tayyip Erdogan, em parte devido à intervenção violenta da polícia sobre
os manifestantes. De forma espontânea e numa semana, todos os 13 expressaram no
papel, através da ilustração, os dias que se vivem na Turquia. O conjunto das
ilustrações chama-se "Ilustrações para a Turquia: pelo
direito à liberdade, à justiça e à protecção do Estado". e visou manifestar por essa via solidariedade a quem, pondo
em risco a própria vida, defende por estes dias os direitos humanos naquele país.
Abaixo, o contributo de José Smith Vargas, doravante
igualmente colaborador do Sintra Deambulada
sexta-feira, 7 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
"Atenção senhores passageiros!"- por Gonçalo Moleiro
GONÇALO MOLEIRO
"Atenção senhores passageiros!”
Entrei
no comboio. A porta fechou-se pouco depois, acompanhada de um estrondo.
Descansei alguns segundos da corrida que me levou do metro ao comboio em tempo
record e sentei-me apenas quando este já estava em andamento. A janela
apresentou-me, mais uma vez, a cidade como um organismo vivo, revelando
segredos que até então desconhecia.
Parece-me
curioso constatar que é possível encontrar encanto na paisagem caótica que se
agarra à linha de comboio que une Sintra e Rossio e que, como possível
agravante, vejo quase diariamente há alguns anos. A velocidade a que o corpo é
transportado permite apenas um olhar breve sobre aquilo que desperta a atenção
de cada um. O resto cabe à imaginação, veículo de velocidade distinta. Viajo à
volta dos pormenores que registo rapidamente no caderno e construo a minha
própria cidade.
Um
choque inesperado forçou a caneta deslizar no papel de modo aleatório. O braço
do senhor do lado escorregou e, roubando apoio à cabeça, fê-lo acordar com um
movimento inexpectável de um sono que me parecia profundo. Arrumei o caderno,
terminando a viagem pelo imaginário. A de comboio, pelo contrário, ainda me
reservava alguns minutos.
Gonçalo
Moleiro
29.05.2013
Gonçalo Moleiro é arquitecto e oriundo de Sintra.A paixão pelo desenho justificou a sua primeira exposição de nome “Lugares de Sintra” que decorreu em Novembro de 2011 no café “Cantinho da Várzea". Em Setembro de 2012 foi premiado no Internacional Watercolor Contest da
Sennelier e, em Outubro de 2012, participou numa exposição colectiva na
Adega Viúva Gomes, em Almoçageme. Em Novembro de 2012 publica o seu
trabalho no Facebook,
onde se podem encontrar aguarelas, esquissos e algumas experiências
gráficas.Gonçalo Moleiro convida-nos ao seu quotidiano através da sua
página com os registos no seu diário gráfico, as suas fantasias
gráficas, excertos de banda desenhada, e não só, há também acesso aos
locais onde costuma desenhar sob suporte fotográfico. Gonçalo não é só
um aguarelista, explora igualmente outras técnicas, conforme o trabalho
que tenta criar e a situação com que se depara.
“Dar a cada emoção uma personalidade, a cada estado de alma uma alma.” de Fernando Pessoa em “O Livro do Desassossego”, foi a frase que escolheu para justificação da sua página
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